Literatura Subversiva: Ver TV - A Presença do Negro na Televisão Brasilei...
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domingo, 27 de maio de 2012
A Presença do Negro na Televisão Brasilei...
Literatura Subversiva: Ver TV - A Presença do Negro na Televisão Brasilei...
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terça-feira, 17 de abril de 2012
JESUS ERA NEGRO?
Assim começa a postagem da RevistaAfro sobre a origem daquEle que teria sido enviado por Deus para salvar a humanidade.
A figura de Jesus Cristo como um homem branco, de cabelos lisos compridos, traços finos e delicados, e olhos azuis, ficou marcada durante séculos no imaginário universal graças à sua representação em obras de arte, filmes, espetáculos, e afins. Porém, existe uma grande polêmica em torna da sua real aparência. A maioria insiste em confirmar sua beleza alva, mas, há indícios fortes que comprovam o oposto.
Alguns cientistas já criaram, inclusive, uma imagem que mostra como seria o rosto de Jesus, de acordo com os padrões geográficos do território em que ele vivia. A pespectiva passa bem longe da imagem que temos hoje, que segundo alguns, foi forjada nos padrões de beleza ocidentais.
A principal teoria é de que a maioria das figuras humanas já produzidas para retratar o “filho do homem” foram confeccionadas na Europa por artistas brancos. Dessa forma, a sua imagem teria seguido padrões de estética do período histórico em questão. Além disso, a própria Bíblia, em diversas citações, mostra que Jesus poderia muito bem ter sido um homem negro.
Antes de tudo: ele nasceu em Belém de Judá, região que, à época, pertencia a África! Sim, indivíduos brancos eram raros naquelas bandas. Até a construção do Canal de Suez, Israel fazia parte do continente africano, e esta visão perdurou até 1859, quando o território passou a integrar a Ásia.
Outro forte indício de que Jesus não era branco é que ele era da Tribo de Judá, uma das tribos africanas de Israel. Explica-se: os ancestrais masculinos de Jesus vêm da linha de Sem (miscigenados). No entanto, a sua genealogia foi misturada com a linha de Cam (negros) desde os tempos passados em cativeiro no Egito e na Babilônia.
O antepassado direto de Jesus através de Cam é narrado em Gênesis: Tamar, a mulher Cananéia (negra) fica grávida de Judá, e dá à luz aos gêmeos Zerá e Perez, formando a Tribo de Judá, antepassados do Rei Davi e de José e Maria, os pais terrenos de Jesus.
A farsa de sua cor clara
Outra prova: não foi por mero acaso que Deus enviou Maria e José ao Egito com o propósito de esconder o menino Jesus do Rei Herodes, como é citado no livro de Mateus, do Novo Testamento. Ele não poderia ser escondido no norte da África se fosse um menino branco. Não por proteção militar, já que nessa época, o Egito era uma província romana sob o controle romano, mas porque o Egito ainda era um país habitado por pessoas negras.
Assim, a família teria sido apenas mais que fugiu para o Egito com a finalidade de se misturar a outras famílias negras. Se Jesus fosse branco, loiro, e de olhos claros, teria sido no mínimo complicado de ele se miturar aos egípcios negros, certo?
E ainda citando a Bíblia, no livro Apocalipse ele é chamado de o “Cordeiro de Deus”, segundo a Escritura Sagrada, com seu cabelo lanoso, sendo comparado a lã de cordeiro, e os pés com a cor de bronze queimado, uma aparência semelhante a da pedra de jaspe e de sardônio, que são geralmente pedras amarronzadas.
As provas não mentem, mas, para muitos ainda há bastante controvérsia. As cores das pedras citadas em Apocalipse, jaspe e sardônio não são únicas e absolutas, são de diversas possibilidades. Portanto, se Jesus era negro ou não, provavelmente a humanidade nunca vai saber. Mas seus ensinamentos continuam: independetemente da cor, somos todos iguais.
Alguns cientistas já criaram, inclusive, uma imagem que mostra como seria o rosto de Jesus, de acordo com os padrões geográficos do território em que ele vivia. A pespectiva passa bem longe da imagem que temos hoje, que segundo alguns, foi forjada nos padrões de beleza ocidentais.
A principal teoria é de que a maioria das figuras humanas já produzidas para retratar o “filho do homem” foram confeccionadas na Europa por artistas brancos. Dessa forma, a sua imagem teria seguido padrões de estética do período histórico em questão. Além disso, a própria Bíblia, em diversas citações, mostra que Jesus poderia muito bem ter sido um homem negro.
Antes de tudo: ele nasceu em Belém de Judá, região que, à época, pertencia a África! Sim, indivíduos brancos eram raros naquelas bandas. Até a construção do Canal de Suez, Israel fazia parte do continente africano, e esta visão perdurou até 1859, quando o território passou a integrar a Ásia.
Outro forte indício de que Jesus não era branco é que ele era da Tribo de Judá, uma das tribos africanas de Israel. Explica-se: os ancestrais masculinos de Jesus vêm da linha de Sem (miscigenados). No entanto, a sua genealogia foi misturada com a linha de Cam (negros) desde os tempos passados em cativeiro no Egito e na Babilônia.
O antepassado direto de Jesus através de Cam é narrado em Gênesis: Tamar, a mulher Cananéia (negra) fica grávida de Judá, e dá à luz aos gêmeos Zerá e Perez, formando a Tribo de Judá, antepassados do Rei Davi e de José e Maria, os pais terrenos de Jesus.
A farsa de sua cor clara
Outra prova: não foi por mero acaso que Deus enviou Maria e José ao Egito com o propósito de esconder o menino Jesus do Rei Herodes, como é citado no livro de Mateus, do Novo Testamento. Ele não poderia ser escondido no norte da África se fosse um menino branco. Não por proteção militar, já que nessa época, o Egito era uma província romana sob o controle romano, mas porque o Egito ainda era um país habitado por pessoas negras.
Assim, a família teria sido apenas mais que fugiu para o Egito com a finalidade de se misturar a outras famílias negras. Se Jesus fosse branco, loiro, e de olhos claros, teria sido no mínimo complicado de ele se miturar aos egípcios negros, certo?
E ainda citando a Bíblia, no livro Apocalipse ele é chamado de o “Cordeiro de Deus”, segundo a Escritura Sagrada, com seu cabelo lanoso, sendo comparado a lã de cordeiro, e os pés com a cor de bronze queimado, uma aparência semelhante a da pedra de jaspe e de sardônio, que são geralmente pedras amarronzadas.
As provas não mentem, mas, para muitos ainda há bastante controvérsia. As cores das pedras citadas em Apocalipse, jaspe e sardônio não são únicas e absolutas, são de diversas possibilidades. Portanto, se Jesus era negro ou não, provavelmente a humanidade nunca vai saber. Mas seus ensinamentos continuam: independetemente da cor, somos todos iguais.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
HÁ PRECONCEITO NO OSCAR ?
A mulher Negra no Cinema Americano
“Qual é a atriz negra equivalente a Meryl Streep ou a Julia Roberts e Nicole Kidman?” Esta foi a pergunta retórica da atriz dirigida em entrevista ao tabloide britânico The Sun. Viola afirma que há pouquíssimos papéis dedicados a mulheres negras no cinema americano, e que, em sua maioria, eles são sempre os mesmos.
- A única possibilidade que existe é interpretar uma matriarca autoritária e vulgar. Se propuser algo diferente disso, você simplesmente desaparece. Não há personagem para você. As negras só têm espaço para o mesmo perfil, sempre – protesta ela.
Por renegar qualquer estereótipo racial, Viola quase desistiu do papel em “Histórias Cruzadas”, filme em que interpreta uma babá oprimida pelos patrões brancos por questões raciais.
- Quando percebi a riqueza da personagem, eu não resisti -, contou.
A escravidão nos Estados Unidos foi abolida em 1863, durante a Guerra da Secessão. Mas quase um século depois, os negros do país ainda viviam sob um rígido sistema de segregação. Recebiam salários ínfimos, eram obrigados a sentar nos lugares do fundo no ônibus, e tinham banheiros e até bebedouros “exclusivos”, entre outras barbaridades. Nesse apartheid no racista estado do Mississipi, na cidade de Jackson, vivem no início dos anos 1960 as protagonistas de “Histórias Cruzadas”, no original “The Help”, dirigido por Tate Taylor.
Viola, que ganhou o prêmio do Sindicato dos Atores por sua participação no filme, afirma que o problema não se restringe somente à escassez de papéis. Os salários das atrizes negras, em sua maioria, são menores.
Não somente Viola, mas Thandie Newton, Whoopi Goldberg e Vanessa Williams também já andaram reclamando de salários baixos e de excessos de papéis estereotipados. A exceção é Halle Berry, primeira e única negra a levar o Oscar de melhor atriz para casa, e dona de salários um pouco maiores, porém, nada astronômicos como os de Meryl, Julia ou Nicole, citadas por Viola Davis.
- É um absurdo ver que, nos dias de hoje, ainda enfrentamos essas dificuldades! Espero que isso mude -, conclui Viola.
Artigo do blog RevistaAfro
segunda-feira, 2 de abril de 2012
LEWIS HAMILTOM - O ESPELHO PARA UMA LEGIÃO DE JOVENS NEGROS DO MUNDO INTEIRO
Lewis Hamilton: um bom motivo para acompanhar a F1
Por Wagner PradoLewis Hamilton poderia muito bem ter o apelido de Fenômeno. Ele até que tentou jogar futebol. Fez testes nas categorias de base do Arsenal, time inglês para o qual torce. Mas a pouca habilidade foi determinante para que optasse pelo automobilismo. Atrás de um volante o inglesinho se criou.
Desde garoto, Hamilton foi encarado como prodígio. As quebras de recordes e os resultados expressivos já no kart fizeram o pai dele, Anthony Hamilton, apostar tudo na carreira do filho. Anthony não titubeou em sair atrás de patrocínios e de contatos influentes que pudessem alavancar a carreira de Lewis. O sonho se concretizou em 2006, quando a equipe inglesa McLaren o anunciou como piloto para a temporada 2007. Começava ali algo meteórico. Em sua primeira temporada, Hamilton chegou ao vice-campeonato. Na temporada 2008 ele colocou a mão no título. Primeiro piloto negro na F1 e primeiro negro a chegar a um título mundial.
A temporada 2012 começou em 18 de março. É bem provável que Nicole Scherzinger seja vista no boxe da McLaren, bem próxima de Lewis e de seu carro. Por ali também estará Anthony Hamilton, o pai zeloso. Uma conversa de Lewis com todos trouxe paz e tranqüilidade para o grupo. Agora é pisar fundo e, quem sabe, ser o primeiro negro da Fórmula 1 a se tornar bicampeão mundial. Carro e talento ele tem para isso
Do site: Mulher Negra & Cia
sábado, 18 de fevereiro de 2012
NOVO ESPAÇO CULTURAL RECEBE UM NOME IMPORTANTE!
O projeto No Palco da Vida foi criado pelo ator Wal Schneider, que administra o centro cultural junto com o também ator Victor Meirelles. O grupo de teatro, composto basicamente por crianças e adolescentes do Complexo do Alemão, começou seus trabalhos no SESC de Ramos e ensaiava de favor na casa de seus componentes ou á sombra de um muro.
Wal ressentia-se de um espaço para poder desenvolver melhor suas atividades, e idealizou o projeto do centro. Foi Victor, sobrinho de Chica, quem sugeriu a homenagem a uma das maiores atrizes brasileiras. O espaço escolhido foi uma casa quase em ruínas no centro de Olaria, que foi reformada e limpa pelos próprios adolescentes que compõe o grupo.
O espaço já realiza algumas atividades abertas para o público em geral. Entre elas estão: teatro infantil e adulto, modelo e manequim, violão, canto e interpretação para TV. A visitação também está disponível para quem quiser saber um pouquinho mais sobre a vida desta grande atriz.
Centro Cultural Chica Xavier:
Rua Uranos, 1363 – Olaria. Telefones: 4103-9442 / 7866-6438 / 8123-9427.
O centro é a sede do grupo teatral No Palco da Vida, e abre espaço para oficinas, cursos e espetáculos visando valorizar a cultura da região.
Em uma casa antiga, o Centro Cultural contará com biblioteca, videoteca com mais de 10 mil títulos sobre cultura e arte, além de uma exposição permanente sobre a atriz Chica Xavier.
O ano era 1993, e a TV Globo exibia a novela das 20h, “Renascer”, de Benedito Ruy Barbosa, que fazia um sucesso absurdo. Como uma espécie de oráculo místico da trama, reinava a atriz baiana de 76 anos, Chica Xavier, que caiu nas graças do público pela sua sensibilidade histórica na teledramaturgia nacion
Notícias do blog RevistraAfro.Com
Wal ressentia-se de um espaço para poder desenvolver melhor suas atividades, e idealizou o projeto do centro. Foi Victor, sobrinho de Chica, quem sugeriu a homenagem a uma das maiores atrizes brasileiras. O espaço escolhido foi uma casa quase em ruínas no centro de Olaria, que foi reformada e limpa pelos próprios adolescentes que compõe o grupo.
Centro Cultural Chica Xavier:
Rua Uranos, 1363 – Olaria. Telefones: 4103-9442 / 7866-6438 / 8123-9427.
O centro é a sede do grupo teatral No Palco da Vida, e abre espaço para oficinas, cursos e espetáculos visando valorizar a cultura da região.
Em uma casa antiga, o Centro Cultural contará com biblioteca, videoteca com mais de 10 mil títulos sobre cultura e arte, além de uma exposição permanente sobre a atriz Chica Xavier.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
SÉRIE: HERÓI QUE VOCÊ PRECISA CONHECER
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| Foto original do Red Tails of Tuskegee |
Histórias verídicas, Red Tails conta a história dos primeiros pilotos negros da força aérea dos EUA, que combateram durante a II Guerra Mundial enfrentando os perigos do conflito e os preconceitos raciais das altas patentes do exército norte-americano.
Trata-se exatamente do 332º esquadrão de combate e do 447º esquadrão de bombardeamento, que foram treinados em Tuskegee, no Alabama e por isso
ficaram conhecidos como Tuskegee Airmen, embora tivessem também alcunha de Airmen Redtails, pilotos da cauda vermelha ou Redtails Angels, anjos da cauda vermelha, por terem a cauda e bico dos aviões pintados de vermelho.
Até então, nenhum negro tinha sido piloto na força aérea dos EUA e os poucos afro-americanos que sabiam pilotar tinham sido treinados no estrangeiro ou centros de instrução civis. Em 1939, o governo de Washington aprovou o treino de pilotos negros em caso de emergência nacional e, num derradeiro esforço para impedir o acesso dos negros à Forca Aérea, os comandos exigiram candidatos com experiência de voo e formação universitária, mesmo assim alistaram-se 429 negros satisfazendo os requisitos.
O centro de treinos dos esquadrões 332 e 447 foi instalado em 1940 no Instituto Tuskegee, em Alabama, um estabelecimento de ensino aberto no fim da Guerra Civil como escola de formação de professorado para os escravos
recém-libertados e os seus filhos.
Em 2 de setembro de 1941, o então capitão Benjamim Oliver Davis Jr. tornou-se o primeiro piloto negro formado em Tuskegee e, até 1945, seguiram-se mais 996.
Davis foi o primeiro comandante do esquadrão 332 e mais tarde o primeiro general negro da Força Aérea dos EUA.
Os Tuskegee Airmen realizaram 1.578 missões e perderam 150 homens em combate ou acidentes. O esquadrão 332, dotado dos caças Mustang P-47, esteve envolvido na Operação Tocha, que expulsou as tropas nazistas da Sicilia e de Itália. O esquadrão 447 fazia escoltas de bombardeiros pesados com o Mitchell B-25, o mais famoso bombardeiro médio da II Guerra Mundial, capaz de operar a partir de porta-aviões e que foi usado também pelos ingleses e russos.
Foi creditado aos Tuskegee Aimen o derrube de 111 aviões inimigos, a destruição de 150 aviões em terra e de 950 comboios e colunas de camiões. Houve até um dia em que as metralhadoras do Mustang P-47 do tenente Pierson
afundaram um destróier alemão
Quer saber mais , contarei na 2ª parte desta série log,logo e o filme vem aí...
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